Deixamos o tempo nos sufocar ou dançamos com a chuva? O que Einstein pode nos ensinar

 

Pensando em localização, rotas e coordenadas cheguei, ou melhor, voltei a 1905 e reli os sonhos do jovem Albert Einstein, um recém-formado que trabalhava como funcionário de 3ª graduação num escritório de patentes. Albert ficava por longas horas pensando e repensando o tempo.

“É impossível caminhar por uma avenida, conversar com um amigo, entrar em um edifício, relaxar sob os arcos de arenito de uma velha arcada, sem ver um instrumento de medição do tempo. O tempo é visível em todos os lugares. Torres de relógio, relógios de pulso, sinos de igrejas dividem os anos em meses, os meses em dias, os dias em horas, as horas em segundos, cada incremento de tempo marchando atrás de outro em perfeita sucessão. E, além de qualquer relógio específico, uma vasta plataforma de tempo, que se estende por todo o universo, estabelece a lei do tempo igualmente para todos. Neste mundo, um segundo é um segundo é um segundo. O tempo avança com exuberante regularidade, com exatamente a mesma velocidade em todos os cantos do espaço. O tempo é soberano infinito. O tempo é absoluto”.

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O e-book “Para Entender o Monitoramento de Mídias Sociais” acaba de ser lançado. Não perca tempo, baixe hoje!

Fruto de um esforço coletivo de 27 autores, o e-book “Para Entender o Monitoramento de Mídias Sociais” acaba ser publicado na rede. O livro digital busca reunir reflexões de brasileiros que fazem e pensam o monitoramento de mídias sociais, prática que surgiu e ganhou importância nos últimos anos graças ao intenso uso que milhões de pessoas fazem das mídias sociais por todo o mundo.

O formato se inspira nos e-books “Para Entender a Internet” e “Para Entender as Mídias Sociais”, que movimentaram a web brasileira nos últimos anos. Entre os autores estão presentes analistas, coordenadores e diretores de agências e departamentos de mídias sociais, desenvolvedores de ferramentas e softwares, professores, pesquisadores acadêmicos e gerentes de marketing e comunicação de grandes empresas.

A publicação abrange uma ampla gama de tópicos relevantes para a compreensão do monitoramento de mídias sociais: Informação;      Reputação; Análise de Sentimento; SAC; Profissionais; ROI; Relevância; Monitoramento; Mensuração; Inteligência Artificial; Gestão de Crises; Classificação; Geolocalização; Conteúdo; Netnografia; Softwares Plenos; Perfis; Opinião Pública; Convergência; SEO; Visualização; e Gestão do Conhecimento.

Organizado por Tarcízio Silva, analista e pesquisador de monitoramento e mensuração, o livro digital também traz prefácios de Juliano Spyer e Ana Brambilla, idealizadores dos “Para Entender…” anteriores. O trabalho, disponibilizado com uma licença creative commons, circula pela internet e pode ser lido e baixado em http://www.slideshare.net/tarushijio/para-entender-monitoramento-de-midias-sociais

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Ferramentas para a Análise de Qualidade no CiberJornalismo acaba de sair do forno

Compartilho o ”lançamento” de mais um livro coletivo, fruto da colaboração estabelecida entre sete universidades brasileiras e sete universidades espanholas (Convênio CAPES/DGU). “Ferramentas para a Análise de Qualidade no CiberJornalismo” é uma coletânea que oferece uma coleção de instrumentos para avaliações práticas de elementos indicativos de Qualidade em Webjornais e está  disponível para download gratuito no Livros LABCOM Books da Universidade da Beira Interior (UBI). Boa leitura!

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O futuro do vídeo!!

Henry Jenkins, que sigo quase que diariamente, acaba de publicar um post sobre o futuro do entretenimento. Compartilho com vocês, pois realmente precisamos começar assumir que a convergência já é uma realidade na web 2.0. Boa leitura!

“A few weeks ago, I made the trip back to Cambridge, MA to participate in the fifth iteration of the Futures of Entertainment conference. This conference emerged from the work we did at MIT through the Convergence Culture Consortium.

The goal of the conference is to provide a meeting ground for forward thinking people in the creative industries and academia to talk with each other about the trends that are impacting how entertainment is produced, circulated, and engaged with. Through the years, the conference has developed its own community, which includes alums of the Comparative Media Studies Program who see the conference as a kind of homecoming, other academics who have found it a unique space to engage with contemporary practices and issues, and industry leaders, many of them former speakers, who return because it offers them a chance to think beyond the established wisdom within their own companies. Our goal is to create a space where academics do not read papers and industry folks don’t present prospectus-laden powerpoints or talk about “take-aways” and “deliverables,” but people engage honestly, critically, openly about topics of shared interest.

Read by these criteria, this year’s event was arguably our most successful venture ever, ripe with sometimes heated debates about the nature of the “crowd” (and of the relations between artists and consumers within crowd sourcing models), about the struggles over privacy, piracy, and self identity which shape everything from our relations with location-based entertainment to children’s media, about the ways that global perspectives complicate some of the assumptions shaping American media practices, and about the ways that grassroots control over circulation complicate established business models.

On a personal level, I was deeply proud to see so many of the CMS alums in their new professional identities, showing that they have continued to grow in intellectual stature and cultural authority after leaving MIT, including Sam Ford who has taking over as the primary person in charge of the event and of our newly renamed Futures of Entertainment Consortium. I was delighted to see so many of my new friends from the west coast fly to Cambridge to join us for this year’s event, including Ernest Wilson, the Dean of the Annenberg School of Communications and Journalism. Formally, Futures of Entertainment is the sister conference to Transmedia Hollywood, which we host here in Los Angeles, swapping years between USC and UCLA. But this was the year where the two families mingled with each other and the bridges between the two conferences were strengthened. By the way, I’ve gotten lots of questions about the next Transmedia Hollywood conference: there’s not a lot of information to share yet, but it will be held on April 6 2012 at the USC Cinema School, if you want to save the date. Watch this blog for further announcements.

Finally, I was deeply proud of the diversity we achieved in our programing this year, making further progress in a long struggle to get greater gender balance on our panels, and making a huge step forward in terms of bringing transnational perspectives into the mix. We welcome recommendations for speakers at our future events in general, but we especially welcome recommendations for female, minority, and international speakers.

I am also proud that we continue to maintain a tradition of making webcasts of the conference available free to all. I am posting the videos of the Friday events today and next time, of the Saturday events. We will end the week with a focus on a special event on Global Creative Cities, and with some further reflections of our announcement of a new partnership with the City of Rio.

Check out this very thoughtful response by Jonathan Gray to the conference’s focus on “crowdsourcing” and collaborative production.

While I was at MIT, I dropped by my old stomping grounds at the Comparative Media Studies Program and had brunch on Sunday with the newly arrived crop of Masters Students and some of the Program’s Alums. What a smart group! After several years of regrouping, CMS has come back strong as ever, has maintained strong standards in terms of the quality and diversity of the community. I wish them all the best (…)” Acompanhe os vídeos da conferência

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Escolhas manipuladas

“À medida em que empresas da Web se esforçam para fornecer serviços sob medida para nossos gostos pessoais (incluindo notícias e resultados de pesquisa), acontece uma perigosa e não intencional conseqüência: Caímos na cilada dos “filtros-bolha” e não somos expostos à informações que poderiam desafiar ou ampliar nossa visão de mundo. ”À medida em que empresas da Web se esforçam para fornecer serviços sob medida para nossos gostos pessoais (incluindo notícias e resultados de pesquisa), acontece uma perigosa e não intencional conseqüência: Caímos na cilada dos “filtros-bolha” e não somos expostos à informações que poderiam desafiar ou ampliar nossa visão de mundo.

Eli Pariser argumenta vigorosamente que isto, definitivamente, mostrar-se-á ruim para nós e para a democracia”.
Vídeo explicativo com legendas em Português.
Via TED e GJOL

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“La Zone” investe na exploração multimídia

O jornal Le Monde anda apostando em vídeos interativos. Histórias sobre  Chernobil nos dias de hoje ganham roupagem transmídia. Vale sua visita!

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Sua empresa já pensou em usar o Tumblr?

Reproduzo aqui excelente pensata sobre o uso do Tumblr feito pela rede Nós da Comunicação. “As redes sociais estão cada vez mais presentes nas estratégias de comunicação das empresas. Desde pequenos negócios como restaurantes até organizações multinacionais estão criando páginas ou perfis no Facebook e Twitter para divulgar suas marcas e se aproximar dos consumidores. Companhias americanas como IBMUniversal Music, revista Life e até o próprio Twitter diversificam suas ações também no Tumblr, serviço de blogging que entrou no ar em 2007.

Na plataforma, os usuários podem facilmente ‘reblogar’ para seus seguidores posts de outros endereços, incluir comentários e complementar informações. Segundo os criadores do Tumblr, até hoje já foram publicados mais de 12 bilhões de posts em mais de 33 milhões de sites cadastrados. Só no segundo semestre de 2010, houve um aumento de 1.500% em relação a 2009″.

Para o jornalista e pesquisador de mídia, Tiago Dória, o crescimento é o resultado do posicionamento de transformar o Tumblr em uma ‘fábrica de memes’, conteúdos que são viralizados na web. “Tudo começou com Christopher Price, então gerente de comunidades da ferramenta, que resolveu incentivar os usuários a criarem seus próprios memes. Diversos virais na web nasceram no Tumblr”.

Para Cristina De Luca, diretora de conteúdo do grupo Now!Digital, por conta desse ‘hype’ e pela necessidade de estar em todas as redes, as empresas não querem ficar de fora. “A melhor forma de se proteger nas redes sociais é estar nela, pelo menos para ouvir o que estão falando sobre sua marca. Mas, no Brasil, ainda vejo um uso modesto da ferramenta. A moda aqui ainda é Facebook e Twitter.”

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Twitterstories, vale conhecer!

 ”Roger Ebert ganhou uma nova voz depois que perdeu a sua capacidade de falar. Dr. Willy abriu o supremo tribunal africano para comunicação direta através do twitter. O jogador Chad Ochocinco fez 66 touchdowns e cobriu 10.000 metros recebendo passes. Mas no Twitter suas estatísticas são ainda mais impressionantes: ele possui mais de 2.8 milhões de seguidores. E ele não é o único jogador no Twitter, mais da metade dos jogadores ativos da NFL estão no Twitter. Nesta primavera ele surpreendeu seus seguidores com um convite para jantar. Mais de cem seguidores compareceram para comer com o veterano da NFL. Mande sua história para #TwitterStory

 

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“Cápsula do tempo”

Com 90 minutos de duração “Life in a Day” é lançado pelo Google. Dirigido por Kevin Macdonald a partir de material enviado por usuários ao site de vídeos, o filme pode ser visto na íntegra em seu canal próprio, com 25 opções de legendas diferentes. Produzido por Ridley Scott, “Life in a Day” conta a história de um dia comum no mundo todo. Afeganistão, Indonésia, Rússia, Espanha e Japão são alguns dos países que tiveram causos de suas localidades ou personagens inclusos no longa. Segundo MacDonald, ele será “como uma cápsula do tempo para ser analisada daqui a 20, 30 ou 50 anos”.

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Petrobras, Natura e Usiminas na briga pelo Prêmio Aberje

A partir das 10h50 (28/10)começa a audiência pública da categoria “Mídia Digital” no Prêmio Aberje 2011. Os vencedores regionais que concorrem ao prêmio nacional são Petrobras com os trabalhos “Compacto Petrobras. O videocast de música da Petrobras” e “Biomapas Petrobras”, Usiminas em “Bolão da Copa do Mundo” e Natura  em “Portal Adoro Maquiagem”.

A partir das 13h, tem “Mídias Sociais” com Ampla Energia e Serviços em “Twitaço”, Concessão Metroviária do Rio de Janeiro no case “MetrôRio nas Redes Socias: relacionamento estratégico com os clientes”, Governo do Estado do Rio de Janeiro com “Redes Sociais e Gestão de Crises: Complexo do Alemão e Região Serrana”, e ainda Fiat Automóveis  e seu “Fiat Mio” e Novartis Biociências com “Campanha Estenda a mão para essa causa promove concurso online Para Doar é só falar”. Estou animada com os cases!

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