Deixamos o tempo nos sufocar ou dançamos com a chuva? O que Einstein pode nos ensinar

 

Pensando em localização, rotas e coordenadas cheguei, ou melhor, voltei a 1905 e reli os sonhos do jovem Albert Einstein, um recém-formado que trabalhava como funcionário de 3ª graduação num escritório de patentes. Albert ficava por longas horas pensando e repensando o tempo.

“É impossível caminhar por uma avenida, conversar com um amigo, entrar em um edifício, relaxar sob os arcos de arenito de uma velha arcada, sem ver um instrumento de medição do tempo. O tempo é visível em todos os lugares. Torres de relógio, relógios de pulso, sinos de igrejas dividem os anos em meses, os meses em dias, os dias em horas, as horas em segundos, cada incremento de tempo marchando atrás de outro em perfeita sucessão. E, além de qualquer relógio específico, uma vasta plataforma de tempo, que se estende por todo o universo, estabelece a lei do tempo igualmente para todos. Neste mundo, um segundo é um segundo é um segundo. O tempo avança com exuberante regularidade, com exatamente a mesma velocidade em todos os cantos do espaço. O tempo é soberano infinito. O tempo é absoluto”.

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Arquivado em Cognição, Comportamento, Literatura, Memória, Narrativas

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